loucos

Saturday, December 8, 2012

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I'll tell you what you wanna know
But boy you better listen close
People gonna tell you lies
Don't let it come as a surprise

ha
I gotta tell ya
I'll make it better
but i know there's something I needed to say
when I was out, though
maybe you were better alone
i know i'll make it home

Help me out, I need it
I don't feel like loving you no more
I don't feel like loving you no more

Oh, Jennifer, you know I've always tried.
Before you say goodbye

Now hold on
I'm not looking for sweet talk
I'm looking for time
Top a tower and sleep walk
Brother, cause it hurts sometimes
You know it's going to bleed sometimes
Hold on
You know it's going to hurt sometimes
When you call me
Hold on
I'm gonna climb that symphony home
And make it mine
Let it's resonance
Light my way
See, all these pessimistic sufferers
Tend to drag me down
So I could use this to shelter
What good I've found

"Hoje foi a última vez que discuto isso". Foi assim que você começou a conversa. Tudo o que você lembra são das coisa boas, das conversas, das risadas, dos concelhos, das brigas...não é isso que você diz? Você diz que quer parar, parar de tentar agora, só porque da primeira tentativa não gostou nada do começo, aliás você disse "foi como sempre, você não entendeu o problema ou não quer mudar, e eu não posso te ajudar a mudar porque sou eu o empecilho para a mudança.então me deixa,eu vou estar bem sem você e você muito melhor sem mim". Tá. Você é oito ou oitenta, é? Ou só pensa em você ou só nos outros?! Você me disse coisas que nunca vou esquecer, coisas boas que estarão pra sempre no meu subconsciente. Você disse que mereci todas as suas palavras de amizade e amor, mas que agora quer ir porque tem que ir??? Essa é a melhor explicação?? Sério? Você da última vez estava linda, segura, decidida de que estava fazendo a coisa certa, e disse: "eu não deveria dizer isso,porque não faz sentido,mas eu não quero ficar aqui mais,não como antes,e a culpa não é minha nem sua,é só a vida.as coisas que quero já não estão mais em você e assim,sem pensar,porque não sou Maquiavélica a tanto,eu fui.tu ficastes.não me culpe,aliás,eu não me sinto culpada,as pessoas vem e vão.é questão de convergência da vida,de sempre estar conquistando as pessoas.desculpe,mas não te amo mais.já faz um tempo,mas hoje,eu não pude negar.quando tu mudares e madurecer,me manda uma SMS,a gente combina de se encontrar". Você me disse para que eu parasse de sofrer e medir sofrimentos porque você acha desprezível. Você me obriga a crescer, a seguir a vida porque o mundo é muito maior da que a minha bolha, mas eu não quero, não estou aqui pra isso. Ainda não. Mas e você. Você faz isso tudo? É tudo isso?

Você que já teve o meu apoio, meu amor, meus sorrisos...hoje merece um texto. Sem parágrafos, título, coesão ou coerência. Por que o texto? Ora essa, você realmente não presta atenção...
Então dá licença, eu vou viver a minha vida. Na minha bolha de sofrimento, fofocas e brigas idiotas e infantis. Pensei que você era um tipo de pessoa e hoje...você mudou....pra melhor, mas mudou. E eu aqui. Me deixe aqui.

Você diz:
pela última vez.hoje,é o último dia que te quero aqui pra isso
Sem ponto final (.)
Pra mim (.)


Friday, November 30, 2012

Tudo na vida 3

And all shall be well and
All manner of thing shall be well
When the tongues of flame are in-folded
Into the crowned knot of fire
And the fire and the rose are one

T. S. Eliot. Little Gidding, No. 4 of "Four Quartets


Simplesmente apaixonada pelo T. S. Eliot. <3

Tuesday, November 27, 2012

A árvore que se deitou 2

"E batia, batia, batia, naquela porta que não abre nunca".

"Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas...Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor pra mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo".




Caio Fernando Abreu



Ouvindo a linda da Dalida.
Impressionante como as coisas vem assim, tão perfeitas para a situação. Bang Bang.





Friday, November 9, 2012

A árvore que se deitou 1

Pois bem, a MC dos antigos posts saiu e não voltou. Não voltará.
Depois dela ler o poema "A procura da poesia" ,de Drummond, sua vida deu uma reviravolta. Pensou muito. Muito. Até cansar.
A MC de agora é uma pessoa que cansa, que cansa fácil. Pelo menos essa é a única coisa que se sabe dela.
É como uma criança que nasce, vai se conhecendo aos poucos, de vagar, com a convivência. A MC de hoje pede paciência para com ela e seus textos, que talvez parecerão um tanto quanto estranhos e confusos, mas que jamais foram tanto do fundo de sua alma como agora.
Não dramatizes, não invoques,
não indagues. Não percas tempo em mentir.
Não te aborreças.
Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,
vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família
desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.
Hoje a MC quer dizer: "Entrem, os velhos e os novos, se aqueles suportarem é que já estão obsoletos, e se estes suportarem é que não tinham nada melhor pra suportar".


Colaboradores: Carlos Drummond de Andrade, Arnaldo Augusto Nora Antunes Filho e Vida Minha Desgostosa.

Monday, September 3, 2012

Tudo na vida 2

" Quero ser Buk:
Viver no mundo sem o capcioso compromisso de que temos que transformá-lo."


Sunday, September 2, 2012

RE: Só espero que você não esteja sozinha sem mim.

Eu quem não quis o meu espaço em ti? Não. Não é isso, Querido.
Eu simplesmente não posso tê-lo. Eu puramente deixei de sonhar acordada. Eu apenas te dei o tempo pra me dizer o "não"; para eu me tornar o "não" definitivo.

É que eu era covarde. Descobri isso não faz tempo.
Sempre quis algo divertido. Amizade-colorida era meu nome. Por que? Porque eu tinha medo do compromisso. Tinha medo de perder algo. E pra alguém assim, tentar em algo incerto é perder antes de tentar.

Ás vezes sinto teu cheiro. Escuto tua risada. Sinto teu abraço. - Como tu mesmo dizes - não, eu não sinto nem escuto nada. Mas queria.
Não sinto nem escuto não por não te querer mais, mas porque me atolei no que sei fazer de melhor: estudos.

Te digo o porque de ter me tornado o teu "não": toda vez que eu me imaginava contigo, sentia a dor, o sofrimento; e você bem sabe que não aturo sofrer. Já discutimos isso, lembra? Daí decidi parar. Decidi que tu irias me dizer um não, porque agora eu era covarde demais pra te dizer um "não".

"Não". Sempre foi eu quem disse. Ele era meu. Quando eu larguei de mão do não - como queria Djavan - eu pude te sentir. Achei tão bom. A melhor mudança das minhas metamorfoses.
Se tu tivesses tentado. Forçado um pouco mais. Eu teria fugido. Do mesmo jeito de agora.

É que eu era covarde. E ainda sou agora.
É que eu adorava o "não". E agora, eu quero o "sim".
Mas esse. Esse eu não quero que tu me dê.

Sinto tanta saudade tua.

Imagino como teria sido nós. Eu e tu. Juntos. Na rua, no parque. Em qualquer lugar.
Só consigo imaginar conversas engraçadas e discussões como as de sempre.
Somado com aquele teu olhar. E o teu toque.

Não posso te sentir daqui.

Agora que eu quero um "sim", eu fiz com que tu me transformasse em um "não".
Definitivo.
Talvez tenho chegado tarde com o "sim". Ou na hora certa. Porque dessa forma acabamos mais cedo com o "se".

Tu sempre fazes isso. Já tinha me dito e eu te disse.
Não estou sozinha. Fique tranquilo. É só que o vazio que tu deixastes não é bom.
É que tu és importante pra mim. Talvez mais do que imaginas.

É esse, Querido. Amor recíproco e infeliz.

Só espero que agora, sejas feliz com alguém perto de ti. Possível. Que te de o amor recíproco e feliz.

Wednesday, August 8, 2012

Odeio poemas


Já disse aqui o quanto odeio falar odeio, mas é que não acho uma palavra tão forte quanto ela para me expressar, ela é uma daquelas insubstituíveis, sabe?
Quando penso no poema, penso naquela coisa mais pura que existe, em algo transparente, ás vezes tão transparentes que são translúcidos.
Sei que alguns deles são sujos, bem sujinhos. Mas nenhum que se compare aos contos do velho bêbado Chinaski, por exemplo.
Mas o problema maior dos poemas são as rimas e muito pior é quem os faz rimar... Nada contra os autores de poemas, muito menos com os pseudo-autores, tanto é que já postei poemas... Mas é que pra mim já chega sabe... Chega de me darem livros de poesias limpas. Chega de ler esses livros. Chega de dizer que são belos, porque não o são. NÃO O SÃO!

Caramba!

O que eles fazem? Transcrevem um mundo que não existe, um amor que não existe, uma vida que não existe. Mas não existe porque é tão perfeita, é tão linda, que nem chega perto do real. Chinaski não, ele é tão real que a vida é ficção.
Se você, que conhece de psicanálise, psicologia ou o mínimo dos doidos da literatura, deve ter lembrado depois desse parágrafo de algumas das frases de Nietzsche, uma delas é a que diz: “Temos arte para que a realidade não nos mate.” Agora deve estar me julgando. Pensando que sou uma idiota que se autocontradiz.

Pode ser.

Mas não. É.

Mas se eu não estivesse me contradizendo, quem eu seria agora? Vida eu não teria, porque a vida é a própria contradição. Clichê. Nós sabemos. Mas quem ousa não contradizer?

Tempo. Novo tempo. Prescritível tempo.


  Naquele momento percebeu o quanto teria que lutar pra que tudo aquilo voltasse. Voltasse a normalidade.
    Aquele oi já não era mais seu. Aquele aperto de mão também já não o era. Aquele abraço muito menos. Aquela alma sem cogitação.



Perfeito


Na verdade, ela nem queria aquilo tudo. Não teve coragem de impor o que queria. Foi com o sistema. Foi com a sociedade. Foi com a família. Foi.
Agora?
.....
Nem sabe mais onde está. Talvez nem queira saber. Ou ainda quer continuar lá. Sem atrito. Sem problemas maiores. Será?
Talvez.

Sem nada pra reclamar. Apenas explicitando a vida que não é escolhida por você. Mas pela
FAMÍLIA + IGREJA + ESCOLA = MUNDO.

Sunday, July 29, 2012

MAG. Onde os goianos deveriam visitar

 Perceber que ao invés de desconstruir algo, mais bonito, precioso e trabalhoso é construí-lo.
        AUTOR: Grupo Epiderme da Imagem  ( Paulo Torres e Nello Aun)
TÍTULO: Imagem Enclausurada


O toque do grafite com os mais perfeitos detalhes. A vista de tudo. Pelos, boca, nariz, veias, olhar.
Todos amarrados. Em si. No quadro. Na vida. Nos outros.

AUTOR: Sérgio Vaz
TÍTULO: Amarrados III 



 Alguns levantam. Uns ficam. Outros depois de refletirem na escuridão do grafite, renascem na beleza branca de uma folha de papel.









AUTOR: Thais Ueda
TÍTULO: Persistências



Tente olhar com o binóculo. Tente olhar sem ele.
Com ou sem, entre as fitas amarelas de segurança e a cerca de arame, você verá os detalhes do prédio.
A cerca elétrica. A câmara. O porteiro.
Você verá a precaução.
Você verá a preocupação.
Você assistirá à censura da vida social.


 AUTOR: Rodrigo Campanella
TÍTULO: Cidades Censuradas


Tuesday, July 24, 2012

Lapso

... e quando acordo e vejo que não está aqui, me desespero. Primeiro me desespero.
Depois eu levanto e lembro que o café não se faz sozinho.
Simples assim.

Tudo na vida

" A saudade aquece
      A presença faz vibrar
           A distância ... você sabe
 Vacância "

Monday, July 16, 2012

Shh.!





"Disse-lhes antes, não foi? Há muito poucas coisas: silêncio e palavras."
A vida secreta das palavras

Por muitas vezes a ausência de palavras é muito mais nobre, profunda do que qualquer outra explicação. Sobejo de letras.
O difícil é decifrar a linha tênue entre o silêncio de  Mia Wallace e de "O silêncio dos amantes".

Thursday, July 12, 2012

Masculino

Odeio o odío
Odío o vareio
  Vareio o delito
       De odiar o vareio
No meio



Do odeio
.

TExTO

No papel
Na caneta
No lápis
Sem borracha

Pessoal

No computador
Na pasta
No teclado
Com backspace

Impessoal

Sunday, May 20, 2012

Fale com ela. O tempo da avareza acabou de terminar.

"Porque falo quando quero. E quero falar a todo o tempo. Por isso sou tão suave. Leve. Quente. Amado.
Sabe, não curto esse frio. Esse do silêncio errado. É frio e duvidoso. Gosto do silêncio que é silêncio. Aquele natural. Certo. Que antes precisou usar da palavra."